Tombamento do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum)
    Por que isto é importante

    O edifício teatral localizado na Rua da Consolação deve ser preservado como bem cultural por ser um espaço singular e estratégico na cidade de São Paulo para a difusão e fruição do teatro independente dos grupos e companhias de teatro da cidade.

    Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum), é uma nova instituição artístico-pedagógica, resultado da transferência e ampliação do projeto Ecum – Encontro Mundial das Artes Cênicas, da cidade de Belo Horizonte para a cidade de São Paulo, trazendo suas duas ramificações principais: Ecum Fórum e Ecum Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas.

    Desde a sua criação no ano de 1998, a principal ação do projeto Ecum tem sido a realização do Ecum Fórum, um encontro internacional bienal de artes cênicas, composto de workshops, conferências, demonstrações de trabalhos, exposições e apresentação deespetáculos. Os temas que pautaram as sete edições do Ecum Fórum (“Encontro Mundial de Artes Cênicas” (1998), “Encontro Mundial de Artes Cênicas” (2000), “Oriente/Ocidente” (2002), “Os Mestres na Tradição e na Contemporaneidade” (2004), “O Teatro em Tempos de Guerra” (2006), “Cena Emergente: Diálogos com o Futuro” (2008), “Teatros da Radicalidade” (2011) e “Tradição e Contemporaneidade: Polifonia e dissonâncias” (2013)), foram sempre abordados por um viés transversal e geraram territórios renovados para que os participantes pudessem projetar questões sobre o seu próprio fazer.

    Em diálogo com centros internacionais de criação e com o universo acadêmico, a curadoria de cada uma dessas edições esteve a cargo de equipes escolhidas pelo alto nível de conhecimento e pela dedicação à transmissão dos saberes. Dessa multiplicidade de encontros, surgiu uma extensa rede de trocas entre os participantes – curadores, artistas, estudantes, teóricos – o que, por sua vez, consolidou a criação de um programa de ações continuadas.

    Assim, quando completou 10 anos, o projeto Ecum desdobrou-se numa nova vertente: o Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Com objetivo de estabelecer uma cartografia das questões relativas à pedagogia teatral e aprofundar o intercâmbio no âmbito da formação e da pesquisa em artes cênicas, o projeto realizou, a partir de 2009, uma série de edições voltadas para diferentes tradições pedagógicas internacionais. Nesse mapa, o projeto deu foco às pedagogias das escolas; francesa (2009), russa (2010) e latino-americana (2011). Através dessas experiências, o Centro de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicasfirmou sua identidade como lugar privilegiado da oralidade, da relação direta com o mestre, pautada pela presença e pela palavra. Uma prática calcada mais no atrito que no consenso, um laboratório onde se investiga os percursos e os sentidos da criação artística.

    A partir da verticalização das trocas geradas pelas duas vertentes do projeto Ecum – o Ecum Fórum e o Centro de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas – surgiu, então, o Centro Internacional de Teatro Ecum(CIT-Ecum). A nova etapa só foi possível graças ao convite feito pela Companhia da Memória para a transferência do Ecum para São Paulo. Nesse contexto, a equipe ganhou novos colaboradores: o diretor artístico-pedagógico, Ruy Cortez; o diretor executivo, Rafael Steinhauser e a diretora de produção e administradora, Érica Teodoro. Sob a direção geral de Guilherme Marques, parceiros de longa data do projeto como Antonio Araújo, Maria Thaís, Ana Teixeira e Fernando Mencarelli passaram a integrar a equipe permanente de diretores e consultores do CIT-Ecum, ao lado de uma experiente equipe de assessores.

    Após uma ampla reestruturação física do antigo Teatro Coletivo, que abarcou três reformas do mesmo espaço (dezembro de 2011, julho de 2012 e janeiro de 2013), num investimento total de 250.000 reais, o CIT-Ecum abriu suas portas, para a cidade de São Paulo no dia 15 de fevereiro de 2013. Desejo antigo dos realizadores, a existência de uma sede física radicalizou a realização de ações continuadas no campo artístico-pedagógico.

    No edifício teatral localizado na Rua da Consolação, o CIT-Ecum inaugurou um terceiro núcleo de atividades que simbolizou sua primeira ação na cidade de São Paulo: a criação de uma agenda teatral permanente em sua sede, com uma programação intensa de espetáculos teatrais, locais e nacionais, escolhidos pela excelência artística e trajetória relevante. Compuseram a programação, que compreende o período de 15 de fevereiro de 2013 a 01 de junho de 2014, 96 espetáculos (entre dança, performance, teatro e música), de 80 companhias oriundas de diversos estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Mato Grosso do Sul, Ceará, Paraná) e seis países (Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Espanha e Portugal), com uma estimativa total de público pagante de 30.000 espectadores. Em menos de um ano de atuação na cidade de São Paulo, o CIT-Ecum conquistou o respaldo não só do público, como também da crítica especializada, ao ser indicado ao Prêmio Shell 2013 na categoria Inovação, pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico e ao Prêmio Aplauso Brasil 2013 na categoria Destaque, por sua programação artística de espetáculos.

    Em setembro de 2013, o CIT-Ecum realizou pela primeira vez em sede própria, a sétima edição do Fórum Ecum, marcando assim tanto a consolidação do que foi estruturado nesses 15 anos, quanto o pontapé inicial das ações pedagógicas do CIT-Ecum.

    Ainda em março de 2014, o CIT-Ecum correalizou a primeira edição da 1ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp, que ocupou diversos teatros na cidade com uma programação totalmente gratuita e que incluiu apresentação de espetáculos internacionais, diálogos críticos, fórum de encontros e espaço para intercâmbio artístico.

    Desde sua primeira edição, em 1998, na cidade de Belo Horizonte, o projeto Ecum trouxe como princípio e particularidade a relação indissociável entre reflexão e prática criativa. Outras importantes características foram, a afirmação da pluralidade de olhares sobre as artes cênicas e a dimensão internacional, transdisciplinar e transcultural de suas ações. Traços que conferiram identidade própria ao projeto.

    Nesse diálogo com a cidade de São Paulo, a perspectiva é de que o projeto possa contribuir para um desenvolvimento ainda maior desse eixo cultural já bastante consolidado, seja a partir da experiência compartilhada na diversidade dos modos de ser e fazer nas artes da cena, seja na relação com o resto do país e outras partes do mundo.

    No decorrer dos seus 15 anos, o projeto Ecum buscou deixar como legado para as cidades em que foi realizado – Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, entre outras – o amadurecimento da reflexão sobre a prática, a partir do contato com diferentes visões e perspectivas sobre as artes cênicas. Ao viabilizar trocas diretas e, muitas vezes, inéditas entre artistas, pesquisadores, professores, estudantes e interessados nos diversos campos de criação das artes cênicas, o Ecum pretendeu contribuir para o conhecimento e revitalização da cena local e nacional.

    ECUM – conhecimento e práticas partilhadas, resistência e força do ofício Teatro, que se mantém vivo e potente, dinâmico e desafiador, aberto e aglutinador, sabendo que a arte é sempre “uma altura a atingir” (Antonin Artaud).

    ECUM – ECOS – força multiplicadora, País sem fronteiras, expansão, rede, conexões, transdisciplinar, tessitura participativa em processo aberto de feituras, desdobrando-se em múltiplas e potenciais formas de criação, arte, teatro.

    Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum) – Conselho Gestor

    Diretor geral: Guilherme Marques

    Diretor artístico-pedagógico: Ruy Cortez

    Diretor executivo: Rafael Steinhauser

    Diretora de produção e administração: Érica Teodoro

    Consultores artístico-pedagógicos: Antonio Araujo e Maria Thais

    Diretores associados: Ana Teixeira e Fernando Mencarelli

    Diretora de relações internacionais: Jênia Kolesnikova

    Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum) – Missão, Visão e Valores

    Centro Internacional de Teatro Ecum é um espaço de estudos avançados que pretende realizar ações artísticas e pedagógicas transculturais, transversais e relacionais, que gerem continuamente uma cultura ativa. Com âmbito de atuação internacional, o projeto se pauta pelos seguintes princípios norteadores:

    Cultura ativa. O CIT-Ecum pretende, através de suas ações, produzir uma cultura participativa e ligada à efervescência da vida. Cultura esta construída continuamente em ação, que se faz e se refaz em um permanente vir-a-ser.

    Transculturalidade, transnacionalidade. O CIT-Ecum atua em âmbito internacional, com uma abordagem transcultural, que busca a possibilidade de confluência, de convívio na diferença, de diálogo na alteridade. Considera que a prática, a pedagogia teatral e a pesquisa em artes cênicas possuem uma tripla característica: são transnacionais, pois perpassam o país; transculturais, ao criar relações entre culturas; e também transdisciplinares, por atravessarem várias disciplinas.

    Processos criativos como princípio. O CIT-Ecum é um projeto internacional que reúne diferentes agentes: pesquisadores, artistas e multiplicadores em torno da formação e da produção em artes cênicas, sem perder de vista que essas questões estão relacionadas com a qualidade do fazer teatral. Aqui, a proposta é realizar ações artístico-pedagógicas articuladas diretamente com a prática cênica. Uma pedagogia atrelada ao fazer, pois há o entendimento sobre a importância da indissociável relação entre criação, reflexão e prática.

    Atuação transversal e transdisciplinar. Por entender que a própria compreensão de pedagogia envolve a ideia de processo, não pensamos nas escolas e nas tradições já consolidadas como fim, mas buscamos uma atitude comparativa e processual da aprendizagem. Esse acesso permanente significa um trabalho e uma compreensão de que a pedagogia está em construção. E isso independe de qual linha será adotada ou aprofundada, pois a proposta é criar contrapontos entre diferentes abordagens. Afinal, é essa a ideia do prefixo “trans” apresentada: que essas escolas se olhem mutuamente e que se desenvolvam a partir desse confronto, desse contato. Propor que as linguagens se toquem, sem hierarquias. Aqui, as perspectivas serão transversais e transdisciplinares.

    Investigação das práticas pedagógicas. O CIT-Ecum é um espaço voltado para a pesquisa sobre a pedagogia teatral e se pauta por uma atitude sistemática de investigação e problematização em torno desse campo. O confronto surge no sentido de respeitar as assimetrias, as diferenças. E de fazer com que essas diferenças possam provocar-se, estimular-se mutuamente e contaminar-se de alguma maneira.

    Relacionalidade e ética das redes. As artes cênicas caracterizam-se como uma espécie de laboratório para o que temos vivido hoje no mundo. Através dela, enxerga-se que é possível avançar com novas formas de sociabilidades, de possibilidades de convívio, de compreensão da diferença. É também o lugar onde se pode entender o sentido da prática dentro de um contexto amplo, em busca de conectar universos, linguagens, povos e pensamentos. E percebemos que esse conhecimento está num lugar de transformação, seja do indivíduo ou da sociedade.

    Autonomia e acolhimento. Para o CIT-Ecum, a ideia de autonomia pressupõe independência artística e pedagógica na escolha dos projetos e da programação. Já o acolhimento pauta-se pela noção de encontro como valor principal, com base na convicção de que a diversidade e o intercâmbio (formal e informal) são indispensáveis para a elaboração de uma cultura ativa.

    Excelência no aperfeiçoamento e desenvolvimento nas artes cênicas. O CIT-Ecum é uma escola de estudos avançados. O participante/aluno irá encontrar um trabalho pedagógico que busca a excelência, voltado para o aperfeiçoamento e aprimoramento de artistas e pedagogos que já se encontram em atividade profissional.

    Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum) – Programação de Espetáculos Teatrais

    Lista completa dos espetáculos que compuseram a programação do Centro Internacional de Teatro Ecum (fevereiro de 2013 a junho de 2014)

    O Homem com a flor na boca (Trilogia Pirandello – Direção Roberto Bacci /Atuação Cacá Carvalho)

    A Poltrona Escura (Trilogia Pirandello – Direção Roberto Bacci /Atuação Cacá Carvalho)

    Um Nenhum Cem Mil (Trilogia Pirandello – Direção Roberto Bacci /Atuação Cacá Carvalho)

    Hotel Lancaster (de Mário Bortolotto / Direção Marcos Loureiro)

    A pior banda do mundo (Cia dos Outros/ Direção João Otávio e Carolina Bianchi)

    Dizer e não pedir segredo (Teatro Kunyn /Direção Luiz Fernando Marques)

    Pornô — Falcatrua Nº 18633 (Dramaturgia Eduardo Ruiz / Direção Gustavo Machado)

    Música para cortar os pulsos (Cia Empório de Teatro Sortido / Direção Rafael Gomes)

    Prometheus – A Tragédia do Fogo (Cia Balagan / Direção Maria Thais)

    Recusa (Cia Balagan / Direção Maria Thais)

    Obscena Senhora D (Circo do Silêncio / direção Rosi Campos e Donizeti Mazonas)

    De todos os cantos do mundo (Grupo Mawaca)

    Dueto para um (Direção Mika Lins /Atuação Bel Kowarick e Marcos Damigo)

    Bartleby (Núcleo Caixa Preta / Direção Joaquim Goulart)

    Comunicação a uma academia (Club Noir / Direção Roberto Alvim)

    Ficção (Cia Hiato / Direção Leonardo Moreira)

    Átridas (Cia [ph2] estado de teatro / Direção Maria Emilia Faganello)

    Entrevista com Stela do Patrocínio (Com Georgette Fadel, Juliana Amaral e Lincoln Antonio)

    O Porco (Direção Antonio Januzelli / Atuação Henrique Schafer)

    Mateus, 10 (De Alexandre Dal Farra /Grupo Tablado de Arruar)

    A Árvore Seca (Texto Alexandre Sansão / Atuação Ester Laccava)

    Tudo porã por aqui (um espetáculo de Emmanuel Marinho)

    WWW para freedom (Direção, atuação e concepção de Esio Magalhães)

    Breviário – Gota D’Água (Direção Heron Coelho/ Atuação Georgette Fadel)

    CabraCega ( Encenação Pedro Fabião / Atuação Ana Madureira)

    Discurso do Coração Infartado (Direção Ricardo Alves / Atuação Silvana Stein)

    Árvores abatidas ou Para Luís Melo (Marcos Damaceno Cia de Teatro / Atuação Rosana Stavis)

    Rabbit (Cia Delas de Teatro / Direção Eric Lenate)

    The Pillowmann – O homem travesseiro (Direção Bruno Guida e Dagoberto Feliz)

    Música de Gaveta – con(s)certo para piano e atrizes (Piano Lincoln Antonio / Vozes Georgette Fadel e Isabel Teixeira)

    Não, não…perdão! (Voz Georgette Fadel / Direção musical Luiz Gayotto)

    Vício (Direção Elias Andreato / Voz Fause Haten)

    O Fantástico Reparador de Feridas (Cia Ludens / Atuação Mariana Muniz, Walter Breda e Rubens Caribé)

    Cândida (Núcleo Experimental / Direção Zé Henrique de Paula)

    Myrna Sou Eu (Direção Elias Andreato / Atuação Nilton Bicudo)

    O Belo Indiferente (Cia Lusco- Fusco / Direção André Guerreiro Lopes e Helena Ignez)

    Os Adultos estão na Sala (A Má Companhia Provoca / Direção Michelle Ferreira)

    Senhorita Júlia (Grupo Tapa / Direção Eduardo Tolentino)

    Agreste (Cia Razões Inversas / Direção Marcio Aurelio)

    Anatomia Frozen (Cia Razões Inversas / Direção Marcio Aurelio)

    Anatomia Woyzeck (Cia Razões Inversas / Direção Marcio Aurelio)

    Azirilhante (Dramaturgia Daniela Duarte / Atuação Flávia Melman)

    O Ovo e a Galinha (Texto Clarice Lispector / Cia Teatro do Desconhecido)

    Isso te Interessa? (Cia Brasileira de Teatro / Direção Marcio Abreu)

    Ilíada Canto I (Direção Octavio Camargo / Atuação Claudete Pereira Jorge)

    O Natimorto – Um Musical Silencioso ( Texto Lourenço Mutarelli / Direção Mario Bortolotto)

    Por Parte de Pai ( Texto Bartolomeu Campos de Queirós / Grupo Atrás do Pano)

    Cachorros não sabem blefar (Cia 5 Cabeças / Direção Byron O’Neill)

    O Natal de Harry (Direção Georgette Fadel / Atuação Marat Descartes)

    Music Hall (Cia da Mentira / Direção Luiz Paetow)

    Cabarezinho (Direção Geral Luiz Gayotto)

    Santo Menino Vagabundo (Voz Ricardo Nash)

    Jogando no Quintal (Cia do Quintal / Direção César Gouvêa)

    A Mulher Que Ri (Cia Barracão Cultural / Direção Yara de Novaes)

    A Serpente (texto Nelson Rodrigues / Cia Os Dezequilibrados)

    Os Últimos Remorsos Antes do Esquecimento ( Texto Jean-Luc Lagarce / Cia Os Dezequilibrados)

    Borboleta Azul (Cia Pessoal do Faroeste / Direção Paulo Faria)

    A Projetista (Direção Cristiane Paoli Quito / Atuação Dudude Herman)

    Pelo Cano (Cia do Quintal / Criação, direção e atuação Paola Musatti e Vera Abbud)

    Festa no Covil ( Direção Mika Lins / Atuação Marcos de Andrade)

    Negrinha (Direção Luiz Fernando Marques / Atuação Sara Antunes)

    O Longo Adeus (Texto Tenessee Williams / Direção Flavio Tolezani)

    Limpe todo o sangue antes que manche o carpete (Texto Jô Bilac / Cia dos Inquietos)

    Caixa de Areia (Dramaturgia Jô Bilac / Direção Jô Bilac e Sandro Pamponet)

    Passageiros (Cia do Quintal – Brasil / Accion Impro – Colômbia)

    Tríptico (Accion Impro – Colômbia)

    A Força do Hábito (Filarmônica de Pasárgada)

    Café da Tarde (Paula Mirhan e Demetrius Lulo)

    Fábrica de Animais (Fernanda D’Umbra)

    Para Abrir os Paladares (Vinicius Calderoni)

    Pequena Flor (Talita Avelino)

    Dois Tempos de Um Lugar (Monarco e Dandara)

    Quem Pode, Pode! (Fraternal Companhia de Artes e Malas Artes / Direção Ednaldo Freire)

    Sacra Folia (Fraternal Companhia de Artes e Malas Artes / Direção Ednaldo Freire)

    Borandá (Fraternal Companhia de Artes e Malas Artes / Direção Ednaldo Freire)

    Zucco (Ordinária Companhia / Texto Bernard Marie-Kolthés)

    Diário Baldio (Barracão Teatro / Direção Tiche Vianna)

    Caramba, Quanta Bobagem! (Circo Caramba / Direção Ésio Magalhães)

    O Livro da Grande Desordem e da Infinita Coerência (Cia Lusco-Fusco / Direção André Guerreiro Lopes)

    Kerouac (Direção Fauzi Arap / Atuação Mario Bortolotto)

    Morro como um País (Kiwi Companhia de Teatro / Atuação Fernanda Azevedo)

    Gardênia (Direção Marat Descartes / Atuação Luis Marmora e Cybele Jacome)

    Dentro Fora (Cia In.Co.Mo.De-Te / Direção Carlos Ramiro Fensterseifer)

    O Salão de Baile Elétrico (Visceral Companhia / Direção Cristina Cavalcanti)

    Ivanov (Teatro Máquina / Direção Fran Teixeira)

    Operação Trem Bala (Texto e direção Naum Alves de Souza)

    Primeiro Amor (Texto Samuel Beckett / Atuação Ana Kfouri)

    Moi Lui (Texto Samuel Beckett / Atuação Ana Kfouri)

    Bichado (Núcleo Experimental / Direção Zé Henrique de Paula)

    Billdog (Direção Guilherme Leme e Joe Boe / Atuação Gustavo Rodrigues)

    O Convidado Surpresa (Empório de Teatro Sortido / Direção Rafael Gomes)

    Festival Internacional de Improviso – IMPROFEST (Idealização e direção artística Márcio Ballas)

    _Risco (Barão di Sarno, Leo Bianchini e Leo Versolato)

    Desenhos do Teatro (Exposição – Ricardo Bezerra)

    ASSINE A PETIÇÃO